20/12/12

The First Noel

 Uma sugestão personalizada para oferecer neste Natal...
 
 
                                                         Scrapbooking



...e  uma melodia para apreciar nesta interrupção letiva...
  
                                       

 
 
 


18/12/12

Album em Scrapbooking

Impossível ficar indiferente à tradição, ao convívio e à alegria desta quadra!

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Doze passos para motivar a LER!

APROVEITE ESTA INTERRUPÇÃO LETIVA PARA PÔR EM PRÁTICA ALGUMAS DICAS...



1 Leia em voz alta com  os seus filhos, educandos, explicandos ou alunos. Explore com eles os livros e outros materiais de leitura:
 – revistas, jornais, folhetos, almanaques, manuais de instruções, cartazes, placas… Todo material impresso pode ser útil e ocasionar um momento de troca de saberes centrado na leitura.

Ofereça-lhes um ambiente rico em termos de aprendizagem: faça atividades com leitura mesmo com os bebés e crianças bem pequenas, e continue ao logo do crescimento da criança e jovem em idade escolar.

Converse com eles e escute-os quando falam. Isso ajuda muito no desenvolvimento da linguagem oral.

Peça para recontarem histórias ou informações que leu em voz alta para eles. (Cuidado para que isso não se assemelhe a uma aula! Não é esse o espírito da proposta. Precisa ser algo agradável e descontraído).

5 Incentive-os a desenhar e fazer de conta que escrevem histórias que ouviram, e peça, depois, que “leiam” em voz alta. Parece absurdo? Pois não é! Afinal, eles passam o tempo fazendo de conta que cozinham, que conduzem carros, que lutam com inimigos perigosos, que são médicos e professores… Não esqueça: a ideia é brincar, fazendo-os ler.

Dê o exemplo: faça com que eles o vejam a ler e a escrever. E, por favor, não faça a asneira de dizer que eles devem aprender a ser diferentes de si, se não gosta de ler! O que conta não é o que conversamos  sobre leitura, escrita, estudo: é o que oferecemos como exemplo! Se é professor frequente mais a sua boblioteca escolar!

Vá à biblioteca regularmente com seus filhos ou alunos. Se for uma biblioteca de empréstimo, é bom cada um ter a sua própria ficha de inscrição.

8 Crie uma biblioteca em casa, e uma biblioteca pessoal para a criança, onde ela se acostume a guardar e a organizar os seus livros. Na hora de comprar presentes para seu filho, lembre-se de livros! Lentamente, ele ganha competência para lidar com o mundo e abertura da imaginação.

Não deixe de fazer um pouco de mistério, para aguçar a curiosidade. Por exemplo: tem três livros na mão e diz à criança que ela pode escolher entre dois livros. Ela certamente vai dizer que são três, e não dois. Você faz de conta que se enganou, e põe um deles de lado.  Adivinha qual deles ela vai querer?… Use a sua imaginação. Tudo isso é jogo, mas o resultado é que o seu filho ganha sempre, e para toda a vida.

10 Leve seus filhos ou alunos,  sempre que houver hora do conto, teatro infantil e feiras do livro eou atividades similares na comunidade.

11 Se tiver varanda em casa, já tem um dos melhores recursos que existem para instalar um lugarzinho para ler. Haverá algo mais interessante que sentar-se para ler com os seus filhos, vendo o mundo passar? Às vezes, até dá para deixar um recanto de leitura permanente na varanda, que se renova volta e meia.

12 Crianças ou adolescentes juntos fazem uma ocasião das melhores para ler (em acampamento, em viagem de férias, recebendo amigos para passar a noite ou o fim de semana…). Deixe materiais variados à disposição deles, para livre escolha.

17/12/12

Então é Natal!

 

Feliz Natal  e um Próspero Ano Novo para todos os leitores e Amigos da Biblioteca.

 
 
 
 

Então é Natal!

 

Feliz Natal  e um Próspero Ano Novo para todos os leitores e Amigos da Biblioteca.

 
 
 
 

Feira do Fazer e do Conviver [Caramelos]

Receita de Caramelos de Chocolate

 



Ingredientes:

1 litro de leite

1kg de açúcar

2 colheres de sopa de manteiga

2 colheres de sopa de cacau

Modo de Fazer

Deixe ferver, aproximadamente uma hora em lune brando e sempre a mexer, até fazer ponto de estrada.

Pôe-se num pirex untado de manteiga e, quando estiver quase duro, corta-se aos quadrados.


 

Caramelos: aqui 

Os  caramelos quase no ponto. Profª Palmira Rodrigues e Silvana Correia
 

Chef John Branco condecorado com Prémio Gourmet 2012
Programa:

Dia 10 de dezembro – 09h00m

Bar dos alunos – Rebuçados tradicionais (D. Martinha Meneses)
Biblioteca
Espaço 1 – Pintura em tecido (D. Paula Silva)
Espaço 2– Trabalho Em Escamas de peixe (D. Deolinda Silva)
Espaço 3 – Trabalhos em tecidos “Sizzyx” (Dulce Campos)
Sala de alunos – 10h00m às 13h00m
“O menino mija”
Educação Tecnológica 1
Bijuteria (Prof. Helena Meireles)
Educação Tecnológica 2
Costura (alunos do PE)

Dia 10 de dezembro – 14h00m

Bar dos alunos – Caramelos tradicionais (Prof. Silvana Correia)
Biblioteca
Espaço 1 – Mantas de retalhos “Figos Passados” (D. Inês Bettencourt)
Espaço – Pintura em tecido (D. Berta Silveira)
Educação Tecnológica 1
Bijuteria/Olaria (Prof. Juvenal Castro)
Educação Tecnológica 2
Tecelagem (Prof. Ana Dias)


Dia 11 de dezembro – 09h00m

Bar dos alunos – Rebuçados tradicionais (Sr. Américo Rocha)
Biblioteca
Espaço 1 – Pintura em tecido (D. Berta Silveira)
Espaço 2 – Trabalho Em Escamas de peixe (D. Deolinda Silva)
Educação Tecnológica 1
Bijuteria (Prof. Helena Meireles e Rita Simões)
Bijuteria/Olaria (Prof. Juvenal Castro)
Educação Tecnológica 2
Costura (alunos do PE)

Dia 11 de dezembro – 14h00m

Bar dos alunos – Bolachas de Natal (Funcionárias do Serviço de Contabilidade)
Biblioteca
Espaço 1 – Mantas de retalhos (D. Inês Bettencourt)
Espaço2 – Pintura em tecido (D. Paula Silva)
Sala de alunos – 13h00m às 16h00m
“O menino mija”
Educação Tecnológica 1
Bijuteria/Olaria (Prof. Juvenal Castro)
Educação Tecnológica 2
Tecelagem (Prof. Ana Dias)

Dia 12 de dezembro – 09h00m

Bar dos alunos – Rebuçados tradicionais (D. Martinha Meneses)
Biblioteca
Espaço 1 – Pintura em tecido (D. Paula Silva)
Sala de alunos – 10h00m às 13h00m
“O menino mija”
Educação Tecnológica 1
Bijuteria/Olaria (Prof. Juvenal Castro)
Educação Tecnológica 2
Costura (alunos do PE)

Dia 12 de dezembro – 14h00m

Bar dos alunos – Aranhas (Albertina Esteves, aluna do 11º A)
Biblioteca
Espaço 1 – Pintura em tecido (D. Berta Silveira)
Educação Tecnológica 1
Bijuteria (Helena Meireles)
Educação Tecnológica 2
Tecelagem (Prof. Ana Dias)

Dia 13 de dezembro – 09h00m

Bar dos alunos – Bolo tradicional de Natal (Fátima Mendes)
Biblioteca
Hall – Cestaria (Sr. José Martins Pereira)
Espaço 1 – Mantas de retalhos (D. Berta Silveira)
Espaço 2 – Pintura em tecido (D. Paula Silva)
Educação Tecnológica 1
Trabalhos em tecidos “Sizzyx” (Professoras Dulce Campos e Rita Simões)
Educação Tecnológica 2
Costura (alunos do PE)
Parque Desportivo
Atividades desportivas escolares: Vólei, Futsal, Andebol, Basquetebol e Natação.

Dia 13 de dezembro – 14h00m

Bar dos alunos – Rebuçados tradicionais (D. Manuela Amaro)
Biblioteca
Hall – Cestaria (Sr. José Martins Pereira)
Espaço 1 – Pintura em tecido (D. Paula Silva)
Educação Tecnológica 1
Bijuteria (Helena Meireles)
Educação Tecnológica 2
Costura (alunos do PE)
Parque Desportivo
Atividades desportivas escolares: Vólei, Futsal, Andebol, Basquetebol e Natação.

Dia 14 de novembro – 09h00m

Bar dos alunos – Cobertura do Bolo de Natal (Prof. Cláudia Costa)
Hall da Biblioteca  – Cestaria (Sr. José Martins Pereira)
Parque Desportivo
Atividades desportivas escolares: Vólei, Futsal, Andebol, Basquetebol e Natação.
Dia 14 de novembro – 12h15m – Almoço Natalício para todos os agentes da escola.
Dia 14 de novembro – 14h30m – Surpresa organizada pela Associação de Estudantes desta escola
Parque Desportivo
Atividades desportivas escolares: Vólei, Futsal, Andebol, Basquetebol e Natação


Na Hora do Conto

António Bulcão lê e interpreta O Príncipe Feliz, de Oscar Wilde






António Bulcão, natural da cidade da Horta, ilha do Faial, é licenciado em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa. Atualmente leciona as disciplinas de Economia, Legislação Comercial, Fiscal e Laboral e Área de Integração na Escola Secundária Vitorino Nemésio, pelo segundo ano consecutivo, tendo também lecionado, neste estabelecimento de ensino, no ano letivo 1998/1999.
Cronista há mais de trinta anos em vários jornais da região e localmente, no Diário Insular, já publicou dois livros: Contos desta e doutras vidas, Edição da  Direção Regional dos Assuntos Culturais,  em 1988 e Estórias com Shortes, da Edita-Me, em 2011.


O Príncipe Feliz, para as turmas do 8º ano

A estátua do Príncipe Feliz , conto de 1888

Bem no alto da cidade, por sobre um enorme pedestal, lá estava a estátua do Príncipe Feliz. Toda ela era revestida por finas folhas do mais puro ouro, por olhos tinha duas brilhantes safiras, e na bainha da sua espada brilhava um enorme rubi vermelho.
Uma noite, uma pequena Andorinha sobrevoou a cidade. Foi então que avistou a estátua no alto do pedestal.
«Quem és tu?» perguntou.
«Eu sou o Príncipe Feliz.»
«Nesse caso, porque choras?» retorquiu a Andorinha; «encharcaste-me.»
«Quando era vivo e tinha um coração humano,» respondeu a estátua, «desconhecia o que eram as lágrimas, porque vivia no palácio da Alegria, onde a tristeza não podia entrar. Os meus cortesãos chamavam-me o Príncipe Feliz, e feliz eu era, se é que o prazer dá felicidade.
Assim, vivi, e assim morri. E agora que estou morto, puseram-me aqui tão alto que posso ver toda a tristeza e toda a miséria da minha cidade. E embora o meu coração seja de chumbo, não posso deixar de chorar.
Ao longe, continuou a estátua numa voz baixa e musical, ali ao longe, numa rua pequena, está uma casa pobre. Uma das janelas está aberta e por ela vejo uma mulher sentada a uma mesa. Num canto do quarto, numa cama, está o seu filho doente. Tem febre e pede laranjas. Mas a sua mãe apenas lhe pode dar água do rio, e por isso ele chora. Andorinha, Andorinha, minha Andorinha, levas-lhe o rubi que se encontra na minha bainha? Os meus pés estão presos a este pedestal e não posso sair daqui.»
E a Andorinha lá entrou e pousou o grande rubi na mesa, junto do dedal da mulher.
«Andorinha, Andorinha, minha Andorinha,» disse o Príncipe, «lá ao longe, no outro extremo da cidade, vejo um jovem num sótão.
Ele está a tentar acabar uma peça para o Director do Teatro, mas está demasiado frio e ele já não consegue escrever mais. Já não há lenha na lareira, e a fome até o fez desmaiar.»
«Ficarei contigo mais uma noite,» disse a Andorinha que, no fundo, tinha bom coração. «Queres que lhe leve outro rubi?»
«Ai! Infelizmente já não tenho mais rubis,» respondeu o Príncipe: «os meus olhos são tudo o que me resta. São feitos de safiras raras, que foram trazidas da índia há mil anos. Tira uma delas e leva-lha. Ele vendê-la-á ao ourives, e com o dinheiro que conseguir comprará lenha e acabará a sua peça.»
«Naquela praça,» respondeu o Príncipe Feliz, «está uma pequena vendedora de fósforos. Ela deixou cair os fósforos na sarjeta e eles estragaram-se. O pai dela bater-lhe-á se ela regressar a casa sem dinheiro, e é por isso que ela está a chorar. Ela está descalça, sem sapatos e sem meias, e não tem nada que proteja a sua cabeça. Arranca o meu outro olho, dá-lho, e assim o pai dela não lhe baterá.»

«Ficarei contigo mais algum tempo,» disse a Andorinha, «mas não arrancarei o teu olho. Assim ficarás completamente cego.»
«Andorinha, Andorinha, minha Andorinha,» retorquiu o Príncipe, «faz o que te digo.» (...)
«Querida Andorinha,» disse o Príncipe, «falas-me de coisas espantosas, mas o mais espantoso de tudo é o sofrimento dos homens e das mulheres. Não existe um Mistério tão grande como a infelicidade. Voa sobre a minha cidade, Andorinha, e diz-me o que vês.»
E a Andorinha voou então por sobre a grande cidade e viu como os ricos se divertiam nas suas casas enquanto os mendigos permaneciam sentados aos portões. Voou até às mais escuras vielas e viu os rostos lívidos das crianças esfaimadas, que olhavam fixamente as negras ruas. Por baixo do arco de uma ponte, dois rapazinhos estavam deitados, abraçados um ao outro tentando manter-se quentes. «Temos tanta fome!» exclamaram. «Não podem ficar aqui!» gritou o guarda nocturno, e lá foram eles para o meio da chuva.
E a Andorinha voltou e contou ao Príncipe o que tinha visto.
«Estou coberto com puro ouro», disse o Principe, «arranca-o, folha a folha, e dá-o aos meus pobres; os vivos estão convencidos de que o ouro traz a felicidade.»
                                                                              (excerto), in  As Melhores Histórias de Oscar Wilde



"- Traz-me as duas coisas mais preciosas da cidade (...) e o Anjo levou-lhe o coração de chumbo e o pássaro morto."

 

                            FIM                                  

Decoração da Biblioteca

O Tradicional v.s. Moderno
O Menino no seu altarinho, com trigo, mandarinas e camélias.


Foram ínúmeras as pessoas que visitaram o Menino.




Árvore de Natal 2012



Apreciando a tradição...


Aluna do 8º Ano -  "Amiga da Biblioteca"

A todos os alunos, professores e funcionários um muito obrigada pela vossa visita!

Feira do Fazer e do Conviver


Natal, tempo de boas memórias...

Cada ano que passa acaba sempre por nos trazer à memória histórias da nossa vida. Desta vez, a nossa biblioteca esteve repleta de tradições que avivaram as experiências de cada um, pela troca de diálogos  que evocavam um passado mais ou menos remoto, ao apreciarem os trabalhos das diversas exposições de artesanato, preparadas para esta quadra natalícia.
Toda a comunidade escolar pôde apreciar in loco os artesãos e os seus trabalhos, desde pintura em tecido, mantas de retalhos, crochet, colchas de fuxico (figos passados), trabalhos em escamas de peixe, presépio de lapinha, coleção particular de presépios em miniatura, cestaria, scrapbooking, etc.
O convívio com as artes do Ser e do Saber Fazer aconteceu a um ritmo genuinamente  familiar, o  que levou os inúmeros visitantes da Biblioteca  a um espaço mágico, jamais esquecido, mesmo no silêncio espantado  dos mais novos, até à vontade de ensinar dos mais velhos. Uma forma feliz de nos encontrarmos com as nossas raízes, num tempo que corre tão rapidamente  em mudanças de hábitos, costumes e valores.  
SC
Pintura em tecido - Artesã Paula Silva



Manta de retalhos e pintura em tecido - Artesã Berta Silveira


A D. Inês trouxe figos passados (fuxico) e toalhas de linho e crochet.
A D. Deolinda  ensinou como trabalhar as escamas de peixe
Poinsettia em escamas de peixe


Pormenor do Presépio de Lapinha da D. Deolinda


Cestaria - Sr. José Pereira


O resultado do trabalho de uma manhã!

Professora sugere modelos de Scrapbooking
A máquina mais desejada!



Postal de Natal  em Scrapbooking
BOAS FESTAS  para todos e um muito obrigada pela partilha de saberes, o que veio enriquecer, ainda mais, a nossa memória coletiva.

SC