02/01/19

Cinco erros recorrentes em tempo natalício


É Natal, é Natal, mas a língua leva a mal
  
É Natal, é Natal! As luzes piscam, os sinos tilintam, os embrulhos encantam, os sorrisos espalham magia, a tolerância contagia.

Será a língua portuguesa também contagiada pelo espírito natalício?
1. No centro comercial havia vários Pais Natais! 
(e não: Pais Natal)
O plural de pai natal é pais natais. A palavra natal, neste composto, é um adjetivo, sinónimo de natalício, pelo que deve concordar em número com o nome pai. À semelhança do que acontece com terra natal, cujo plural é terras natais.

2. Comemos deliciosas filhós! (e não: filhoses)
O nome filhó tem como plural filhós, seguindo a regra geral de formação do plural em português: inserção de um «s» à forma do singular.

3. Ofereceram-nos generosas fatias de Bolos-Reis! (e não: Bolos-Rei)
O plural de bolo-rei é, de acordo com a tradição normativa, bolos-reis. A regra é a seguinte: ambos os elementos de uma palavra composta por dois nomes flexionam no plural.

4. No dia de Natal, o peru foi uma das deliciosas iguarias à mesa! (e não: perú)
A palavra peru não deve ser escrita com acento gráfico, porque se trata de uma palavra aguda terminada em u. As palavras agudas terminadas em u(cajumenutabu) e em i (javalicolibritravesti) não precisam de acento gráfico.

5. Devido ao abuso dos doces, os níveis de glicemia subiram em flecha! (e não: glicémia)
A palavra glicemia é formada por intermédio de dois elementos gregos: glykýs (doce) + emia (sangue). Este segundo elemento entra na composição de várias palavras, como anemialeucemiatoxicemia,alcoolemia. Trata-se, pois, de palavras graves, cuja sílaba tónica é a penúltima (mi), pelo que não devem ser escritas com qualquer acento gráfico.

Por Sandra Duarte Tavares 
daqui

24/12/18

Quadras de Natal 2018


Natal é amor

É dar sem receber
É tempo de união
É tempo de bem fazer.

É tempo de abrir o coração
É tempo de comemorar a vida 
É tempo de compaixão
É tempo de família unida.

Natal é paz
Natal é harmonia                                   
É tempo de agradecer a vida
De noite e de dia.
           
Pensar em Natal
É pensar em amor
É pensar na união
E na vida sem dor.                                       
                                                                           

                         
Este Natal o que eu queria
Era que acabasse a dor
E que houvesse mais alegria                                    
Mais paz e mais amor.

Natal é o tempo de perdão
é tempo de bondade 
é tempo de gratidão 
É tempo de verdade.

Autoria de: Rita Medeiros, 9 º B


15/12/18

Aquisição de livros novos

                 
 Mais um objetivo cumprido neste primeiro período!
 A primeira leva de livros adquiridos, já em fase de tratamento técnico-          -documental.

10/12/18

Clarice Lispector faz 98 anos



Nasceu na Ucrânia no ano de 1920, mas foi abraçada e abraçou o Brasil como sua terra. Clarice Lispector é um dos primeiros nomes que vem à cabeça de qualquer amante de literatura quando pensamos em romance, sentimentos, “ser” em profundidade.


Romance



Com um ar enigmático e um jeito único e marcante de falar sobre a vida e sentimentos, a jornalista e escritora publicou 17 livros em vida, muitos deles repletos de reflexões admiráveis sobre coisas que todo mundo sente.


Um quebra-cabeça, mas não tão difícil de decifrar: a brevidade da vida faz a escritora reconhecer a importância de viver intensamente, aproveitando cada instante. Mas, ao mesmo tempo, comer um pedaço de bolo pensando que ele vai acabar logo pode estragar a experiência, correto? O segredo, então, é aproveitar ao máximo a vida e desfrutar de cada momento.

Comemoração dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

                                   A História dos Direitos Humanos



Excerto daqui
         A 10 de dezembro celebram se os direitos humanos. Esta data, definida em 1948 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, visa criar pautas do que devemos ter como mínimos dignidade, equidade, respeito e Paz entre as pessoas em todo o mundo.Esta efeméride, que nasceu da necessidade urgente de se repensar os direitos humanos no pós-segunda guerra mundial, materializou-se na criação da Declaração Universal dos Direitos Humanos — udocumento que faz parte do património (i)material e que serve de base ao que deve ser o comportamento político internacional.
Dito assim, parece que os direitos humanos são uma realidade distante das nossas vivências, como indivíduos, como cidadãos “comuns”, mas vejamos: todos nós integramos, de uma forma ou outra, estruturas macro-sociais e políticas que definem parte das nossas decisões. Pensemos no caso das questões das políticas laborais, ou das migrações, do acesso à educação, ou ainda das condições de saúde e protecção social que país onde vivemos nos pode oferecer. No entanto, nós, os elementos mais "micro" de tudo isto, também influenciamos o contexto, não somos só e apenas elementos passivos que vão assimilando o que nos vão enviando do alto. 
Todos nós, cidadãos, com manifestações de agrado e desagrado, com as nossas contribuições profissionais, com a participação social e cívica e, em muito, com as contribuições humanas na relação que estabelecemos com os outros, moldamos o que queremos de valores e comportamentos sociais para a construção da paz.

Triguinho do Menino Jesus II

 Pratinho de Trigo a germinar durante o Advento

As primeiras searinhas são para o Menino Jesus! 
Lá diz  a tradição que no dia oito de dezembro, dia da Imaculada Conceição, padroeira de Portugal, é o dia de colocar  o triguinho nos pratinhos: a cevada, a ervilhaca, os tremoços ou as favas, para germinarem à luz ténue de dezembro.
 Nas janelas viradas a nascente ou no escurinho do armário, assim, germinam  até ao fim do Advento, com regas dia sim, dia não.
Esta tradição era uma bênção premonitória das novidades do  Novo Ano que, se bem sucedida, incitava ao suspiro aliviado, daqueles que da terra tiravam o sustento.
sc

Postais de Boas Festas dos nossos alunos


 Merci à tous les élèves des classes de Français, niv. IV 
pour votre criativité et participation!
A Biblioteca ficou muito bonita com estes lindos postais!



                                          

Os nossos leitores



E leram várias histórias de Natal 
com mensagens para refletir...    


Um agradecimento ao 11º  I e à professora Dulce.





Alunos do 11ºI

Um recanto para os Contos de Natal


Feliz Natal , são os votos da Biblioteca da Vitorino

Criado o espaço para as leituras de histórias maravilhosas de Natal, estão abertas  inscrições de todas as turmas para conhecerem diversas versões do Natal ao longo dos tempos , escritas pelos maiores escritores da literatura universal e nacional.


                                                         




                                                                                                    




              

 

 
           
































                                                


07/12/18

Natal 2018, cumprindo-se o PAA


E criou-se o Cantinho da Leitura, 
que será renovado a cada atividade
 e estará sempre disponível para todos os alunos e docentes
 que o queiram requisitar para momentos de leitura individual e /ou partilhada.
Os Nossos agradecimentos  ao nosso patrocinador Loja Susiarte .